O trabalho parte das pré-condições sócio-históricas do Brasil, marcadas pelo processo de escravização e pela constituição do estado patriarcal capitalista segregacionista supremacista racial branco, base do racismo que valoriza a população branca e degrada as condições da população negra por meio de representações sociais perversas e mecanismos de violação de corpos negros. Ao compreender as imagens de controle como centrais no racismo sistêmico e estrutural também no ambiente digital, o estudo analisa sua influência na construção de algoritmos e na reapresentação de mulheres negras, propondo um processo metódico de pesquisa ancorado em auditorias algorítmicas com abordagem interseccional.
Imagens de controle como mecanismo de manutenção do racismo algorítmico